Horizontes de foco explicados

O Getting Things Done olha para os seus compromissos de seis alturas, da próxima ligação até o motivo de você fazer tudo isso. Os horizontes são o que liga uma lista de tarefas a uma vida, para que a revisão semanal possa perguntar se você está trabalhando nas coisas certas, e não só se o trabalho está sendo feito.

Os seis níveis

HorizonteO que contémQuando olhar
Propósito e princípios Por que tudo isso existe, e os padrões dos quais você não abre mão. Uma vez por ano, ou quando algo grande muda
Visão Como tudo vai estar daqui a alguns anos, se der certo. Uma vez por ano
Metas O que precisa ser verdade daqui a um ou dois anos. Todo trimestre
Áreas de foco As partes do trabalho e da vida que você precisa manter saudáveis: saúde, família, finanças, cada parte do seu trabalho. Todo mês, e uma olhada na revisão semanal
Projetos Resultados que exigem mais de um passo e terminam em cerca de um ano. Toda semana
Ações O próximo passo físico e visível de cada projeto e de todo o resto. Todo dia

O ritmo da última coluna é um ponto de partida, não uma regra. Quanto mais alto o nível, mais devagar ele muda, e com menos frequência precisa ser revisto.

Áreas e projetos não são a mesma coisa

Essa é a distinção em que as pessoas mais tropeçam. Um projeto termina: você consegue descrever como ele fica quando estiver pronto, e um dia ele fica pronto. Uma área nunca termina. “Saúde” é uma área. “Correr 10 km em maio” é um projeto que atende a ela.

Manter as duas coisas separadas é o que deixa o sistema perceber o que está sendo negligenciado. Quando uma área que importa para você passa meses sem nenhum projeto, vale a pena saber disso, e uma lista simples de tarefas nunca vai mostrar isso.

Comece por baixo

É tentador começar pelo propósito e ir descendo. David Allen recomenda o contrário: primeiro, assuma o controle das suas ações e projetos, depois vá subindo. Enquanto o nível do chão não estiver sob controle, o barulho que vem dele abafa qualquer reflexão sobre metas e visão.

Na prática: use o seu sistema por algumas semanas só com próximas ações e projetos. Acrescente áreas quando notar projetos que não pertencem claramente a lugar nenhum. Metas e visão vêm depois disso, quando você tiver espaço na cabeça para pensar nelas.

Como usar os horizontes em uma revisão

Projetos que não atendem a nada
Se um projeto não se liga a nenhuma área nem meta, das duas uma: falta um vínculo, ou é algo que você faz por hábito. Nos dois casos, vale a pena saber.
Áreas que ficaram em silêncio
Uma área sem projetos ativos pode estar bem, ou pode estar sendo deixada de lado. Olhe para ela e decida qual é o caso.
Metas sem projetos
Uma meta sem nada trabalhando a favor dela é um desejo. Comece um projeto para ela ou leve essa meta para Algum dia/Talvez.

Horizontes no Relay

O Relay representa todos os níveis. Propósito, visão, metas e áreas ficam em Horizontes. Projetos e ações ficam nas próprias listas e podem se ligar, para cima, aos horizontes que atendem, então cada trabalho pode mostrar para que serve.

Os horizontes não têm barras de progresso nem porcentagens de conclusão. Propósito, visão e áreas são padrões que você mantém, não tarefas para terminar. A revisão semanal tem a própria etapa Horizontes superiores, e um projeto sem vínculo para cima aparece com um aviso durante a revisão.

Os horizontes no Relay: um propósito no topo, as visões abaixo dele e uma meta abaixo delas, cada um dentro do nível de cima.

Veja seu trabalho de todas as alturas

No Relay, você liga cada ação ao seu projeto e cada projeto à área ou meta que ele atende, para que a revisão semanal possa conferir se você está trabalhando nas coisas certas.

30 dias grátis, sem precisar de cartão. Comece no navegador ou instale o app.

Veja também